Itamonte, uma das cidades mineiras mais tradicionais na produção de queijos artesanais, foi mais uma vez reconhecida pela qualidade de seus produtos, especialmente seus queijos, que fazem parte da rica tradição queijeira do estado. O reconhecimento e o prestígio vieram da presença do Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e do Vice-Governador, Mateus Simões, que expressaram sua gratidão e apoio à produção local.
O Governador Romeu Zema destacou a excelência dos queijos de Itamonte, afirmando que o município é referência no setor. “Estou provando aqui um dos melhores queijos produzidos em Minas Gerais e quero fazer o meu reconhecimento a todo o produtor de queijo artesanal mineiro. Esse produto é agora um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, o que é uma grande conquista para todos nós”, disse o Governador. A declaração de Zema reforça a importância do queijo Minas Artesanal, que recebeu o título de Patrimônio Cultural e Material da Humanidade pela UNESCO, um marco histórico para a cultura gastronômica de Minas Gerais e do Brasil.
O Vice-Governador Mateus Simões também elogiou a qualidade do queijo produzido em Itamonte, destacando o prestígio da cidade na produção desse produto típico de Minas Gerais. “Itamonte está entre os que produzem os melhores queijos. Na hora que chegou o meu, eu já abri para poder experimentar”, afirmou Simões, referindo-se ao queijo, que tem conquistado admiradores em todo o Brasil e no exterior. Para o Vice-Governador, esse reconhecimento é mais do que merecido e é uma forma de celebrar o trabalho árduo dos produtores locais.
O reconhecimento internacional do Queijo Minas Artesanal
O fato de o Queijo Minas Artesanal ter sido reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade é um grande marco para o estado de Minas Gerais e para a cidade de Itamonte, que orgulhosamente integra essa tradição. Esse reconhecimento é uma valorização da história, da cultura e da produção de um dos produtos mais emblemáticos de Minas Gerais. O queijo artesanal representa séculos de tradição, e sua produção é um reflexo da habilidade dos mestres queijeiros mineiros, que mantêm vivos os processos tradicionais, preservando a qualidade e o sabor incomparáveis do queijo Minas.
A escolha da UNESCO fortalece ainda mais a importância do queijo como um patrimônio cultural global, promovendo a preservação de práticas ancestrais e a valorização das culturas locais. Esse reconhecimento traz consigo novos desafios e oportunidades para os produtores de queijo, como o acesso a mercados internacionais e maior visibilidade para seus produtos, além de garantir a continuidade de suas práticas no futuro.
Por: Graziela Matoso/ com informações e foto: Prefeitura de Itamonte
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