O dia 4 de novembro de 2025 foi marcado por emoção e homenagens no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, onde aconteceu o velório do músico Lô Borges. O artista, um dos fundadores do Clube da Esquina, teve sua despedida realizada no Foyer do Palácio, espaço simbólico que acolheu familiares, amigos e admiradores.
Em um ambiente de comoção, o velório se transformou em um momento de celebração à obra de Lô Borges. Fãs entoaram canções marcantes do artista, em um último “show”, no qual o palco deu lugar à memória, e a plateia foi quem cantou. A despedida resgatou lembranças do legado que Lô construiu para a música mineira e brasileira, especialmente ao lado de Milton Nascimento e demais integrantes do movimento que revolucionou a MPB nos anos 1970.
Com tênis nos pés e melodias nas mãos, Lô Borges deixa um acervo de composições que marcaram gerações. “O trem azul”, “Um girassol da cor do seu cabelo” e tantos outros clássicos seguem vivos na memória afetiva dos fãs. A despedida no Palácio reforçou o impacto duradouro de sua música, em um tributo coletivo repleto de gratidão.
O adeus ao artista também celebrou sua essência: um músico inquieto, inovador e profundamente conectado às esquinas de Minas. Como foi dito no velório, “o show deve continuar”. Viva Lô!
Da Redação
Com informações da Secult-mg
Foto: Reprodução / Instagram
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