78 mil pacientes são curados da Covid-19, na Itália

78 mil pacientes são curados da Covid-19, na Itália

Ao todo, país registrou 269 mortes nas últimas 24 horas

Mais de 78 mil pacientes estão recuperados do novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália, segundo balanço divulgado pela Defesa Civil nesta sexta-feira (1º).

De acordo com os dados, o total de pessoas que deixaram os centros hospitalares ou o isolamento domiciliar obrigatório nas últimas 24 horas é de 2.304, o equivalente a cerca da metade da quantidade registrada no dia anterior (4.693).

No entanto, o país ainda mantém a tendência de queda no número absoluto de casos da Covid-19. Ao todo, são 100.943 casos ativos da doença – que não consideram os curados e as mortes -, um decréscimo de 608 pessoas. Ontem (30), em números totais, houve uma redução de 3.106 pacientes sem a doença.

Já em relação aos óbitos, a Itália registrou um aumento de 269 vítimas em um dia, elevando o total para 28.236. O número representa uma queda em comparação com o balanço anterior, quando o país somou 285 novas mortes.Apreenda a Vender no InstagramSaiba como criar um perfil comercial e aprenda as melhores técnicas e estratégias que vão te ajudar a vender no Instagram. Não perca tempo, saiba mais!

De acordo com a Defesa Civil, dos que ainda lutam contra a doença, há 1.578 pessoas em unidade de terapia intensiva (116 a menos que ontem).

Na região da Lazio, por sua vez, a quantidade de recuperados é três vezes o número de novos casos. Nas últimas 24 horas, foram registrados 165 curados, contra 56 infecções e apenas oito óbitos.

“Por ocasião da festa de 1º de maio, quero agradecer a todos os profissionais de saúde e um abraço ideal aos do Spallanzani, onde fui visitar esta manhã. Houve 8 mortes nas últimas 24h”, afirmou o secretário de saúde do Lazio, Alessio D’Amato.

Por fim, a Defesa Civil informou que o aumento no número total de infectados – que inclui os positivos, vítimas e recuperados – de ontem para hoje está concentrado na Lombardia (+737), no Piemonte (+395) e na Emilia-Romagna (+208).

Já nas regiões da Úmbria (+1), Molise (+2), Calábria (+4), a quantidade de novas contaminações registradas é quase mínima.

Fonte: Terra

Casal de idosos vence o coronavírus e celebra reencontro, na Itália

Casal de idosos vence o coronavírus e celebra reencontro, na Itália

Casados há 52 anos , Giorgio e Rosa, estão juntos até mesmo na luta para se curar do Coronavírus e, eles venceram juntos esse vírus que no mundo todo tem causado vítimas fatais.

Os idosos foram infetados pelo novo coronavírus e recuperaram no hospital da cidade de Cremona, na Itália, mas permaneceram em quartos diferentes. Os médicos, emocionados com a história do casal, decidiram fazer uma surpresa para eles, após ambos melhorarem e se recuperarem.

Eles levaram Rosa até Giorgio, e um abraço entre eles foi fotografado por um dos médicos. O jornal “Cremona Oggi” publicou a imagem tocante e ainda conversou com uma das profissionais que está atendendo os idosos.

“Giorgio é uma daquelas pessoas a quem não podemos não nos afeiçoar. Ele nunca se lamenta, agradece sempre. A certo ponto, ele nos confessou a tristeza que tinha por querer voltar a casa e para a sua Rosa”, explicou Manuela Denti, médica do hospital, ao site Cremona Oggi.

Felizmente, Rosa recuperou depressa e recebeu alta mais cedo que Giorgio, que esta internado desde o dia 17 de março, após apresentar um princípio de pneumonia.

“Eu e minha colega Carla Garello (chefe de cirurgia) não hesitamos por um momento. Concordamos em fazê-los se encontrar, surpreendentemente. Foi um daqueles momentos que não se esquecem. Nenhum de nós conseguiu conter as lágrimas. Eles se abraçaram muito, trocaram palavras doces, foram dez minutos de ternura em que se quiseram assegurar que o outro estava bem de saúde. Esperamos que Giorgio se junte a Rosa depressa. Ele também não vê a hora de revwer Willy, o cão que vive com eles há 17 anos”, disse Manuela Denti.

Fonte e Foto: Cremona Oggi

Com necrotério lotado, caminhões transportam caixões de Bergamo para crematórios de outras cidades

Com necrotério lotado, caminhões transportam caixões de Bergamo para crematórios de outras cidades

Cemitério está fechado pela primeira vez; Itália registrou quase 500 mortes nas últimas 24 horas (Foto: Reprodução)

Uma imagem impressionante vinda da Itália mostra a seriedade da ameaça do coronavírus: uma longa coluna de caminhões militares carregados com caixões que passou por Borgo Pallazzo, distrito de Bergamo, na noite desta quarta-feira.

Devido ao alto número de mortos, o necrotério na província de Bergamo, a mais afetada na Itália, não consegue mais acomodar o volume de caixões. O único crematório local está ativo 24 horas por dia há mais uma semana, mas, em sua máxima capacidade, consegue incinerar cerca de 25 corpos por dia, e também não consegue dar conta da demanda.

Nesta semana, o prefeito da cidade, Giorgio Gori, emitiu uma ordenança que fechou o cemitério local esta semana pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial.

Desde terça-feira, a solução para lidar com a emergência tem sido o uso de veículos militares. As vítimas de coronavírus são transportadas para crematórios de outras regiões onde existem municípios que se disponibilizaram para aceitá-los.

Nesta quarta-feira, de acordo com dados oficiais, 93 foram mortos: mas, segundo o prefeito de Bergamo, Giorgio Gori, a contagem  é muito mais alta, porque muitas pessoas morreram com sintomas compatíveis com as do Covid-19, mas antes que testes fossem feitos sobre eles.

Não se sabe quantos caixões os caminhões transportavam, mas a imprensa local falou em cerca de 60.

Agências funerárias não também conseguiam mais gerenciar o serviço: algumas estão fechadas porque os funcionários estão doentes. O município começou a prestar serviço para atender as vítimas.

Com a população mais velha da Europa, a Itália, epicentro da pandemia no continente, a Itália registrou, nesta quarta-feira, 475 mortes em 24 horas, o número mais alto em um país até agora. O total de óbitos na Itália é de 2.978.

Bergamo também suspendeu o atendimento religioso aos infectados após perder 12 padres de 1º de março até esta quarta-feira. 

Fonte: Jornal O Globo