Acidente inusitado deixa parte dos moradores de Baependi sem energia elétrica  por duas horas

Acidente inusitado deixa parte dos moradores de Baependi sem energia elétrica por duas horas

No início da tarde dessa terça- feira, 2 de fevereiro, um caminhão que estava em manutenção na rua João Mendes Siqueira, no bairro Jardim América na cidade de Baependi, perdeu o freio e acabou batendo em um dos postes da rua, fazendo com que o poste tombasse e, em consequência parou de repassar a energia elétrica para todo o quarteirão. Além do poste, o caminhão atingiu uma casa, um Uno Mille e uma motocicleta Honda Bros.

A Polícia Militar esteve no local, fez o boletim de ocorrência e solicitou a Cemig para analisar o caso e dar solução emergencial, já que um dos postes tombou devido o acidente.

O motorista que dirigia o caminhão vinha de Muzambinho (MG), e estava indo para a cidade de São Vicente de Minas, parou em Baependi pois havia observado que o freio do caminhão já apresentava algum problema no percurso da viagem. De acordo com Carlos Souza, 63, motorista da prestadora de serviços de gesso, ” passei na cidade para buscar uma manutenção, me indicaram a mecânica localizada nesta rua, fui estacionar para fazer a revisão, o freio não funcionou e ocorreu o acidente”, revelou o motorista Carlos.

Davi Lemes Pereira, proprietário da motocicleta Honda Bros e do carro Mille envolvidos no acidente e também morador da rua, conta que ” escutei o barulho, o caminhão perdeu o freio na hora que eles estavam fazendo o concerto; o caminhão pesado aí aconteceu o acidente.

A Cemig já esteve no local e a energia elétrica está liberada para o quarteirão. Outras providências já foram acionadas para a reposição do poste que tombou. A rua onde aconteceu o acidente permaneceu sem enérgia elétrica para a troca do poste.

Atualizada por Nara Almeida 3/02

Acidente em Carmo de Minas deixa três feridos

Acidente em Carmo de Minas deixa três feridos

Por volta das 16h05, o Corpo de Bombeiros, com sede em São Lourenço, atendeu na Rua Justino Dias s/n, em Carmo de Minas, um acidente envolvendo um caminhão (Mercedes Benz- Azul), que perdeu o controle colidindo com os muros de três edificações e atingindo outros dois veículos que estavam estacionados na via.

Do acidente, o motorista e outros dois passageiros tiveram ferimentos leves. O motorista e um passageiro foram conduzidos por terceiros para o Hospital de Carmo de Minas. O terceiro passageiro foi atendido em conjunto pelo SAMU e Bombeiros e encaminhado para o pronto socorro de São Lourenço. Compareceram no local a Polícia Militar, que realizou os trabalhos relativos à trânsito, e a perícia da Polícia Civil, que realizou os trabalhos periciais.

Fonte e fotos: Corpo de Bombeiros de São Lourenço

‘Não brinquem disso’, alertam pais de menina que morreu após bater a cabeça durante brincadeira em escola em 2019 no RN

‘Não brinquem disso’, alertam pais de menina que morreu após bater a cabeça durante brincadeira em escola em 2019 no RN

Três meses após a morte da filha, o pai e a mãe de Emanuele Medeiros, que tinha 16 anos, relatam saudade e tristeza.

As aulas da turma de Emanuela Medeiros começaram na última segunda-feira (17) na Escola Municipal Antônio Fagundes, em Mossoró, mas a adolescente não estava lá. Ela morreu aos 16 anos em novembro do ano passado depois de bater a cabeça no chão ao cair durante uma brincadeira na escola. Três meses após a tragédia, os pais da jovem falam da dificuldade que ainda enfrentam para tocar a vida sem a filha. “Muita saudade”, resumiram, emocionados, Manoel da Costa e Maria Rita.

A “brincadeira” que vitimou Emanuela é conhecida como “roleta humana” e viralizou em vídeos que circulavam na internet à época. Durante uma espécie de cambalhota, a adolescente caiu e bateu a cabeça no chão. Ela teve traumatismo craniano.

Na semana passada, com o início deste ano letivo, novos vídeos em que adolescentes aparecem brincando de derrubar uns aos outros no chão dentro de escolas começaram a circular nas redes sociais e a preocupar pais e mães. Especialistas ouvidos pelo G1 alertaram para os riscos.

Desta vez, a prática, que também envolve três pessoas, ficou conhecida como “desafio da rasteira” ou “desafio quebra-crânio”.

A repercussão dos vídeos fez com quem profissionais e entidades se manifestassem. A Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) emitiu uma nota alertando pais e educadores sobre o perigo de lesões irreversíveis ao crânio e à coluna vertebral.

“A vítima pode sofrer danos no desempenho cognitivo, fratura de vértebras, perder movimentos do corpo e até morrer”, diz o comunicado.

Preocupados, os pais de Emanuela fazem um apelo: “Pedimos aos adolescentes que não participem dessa brincadeira, não brinquem disso. Isso pode matar”.

Morte após ‘brincadeira’

Três meses após a morte de Emanuela, os pais da adolescente falam da saudade e do vazio. “Lembro dela a todo momento. É muita saudade”, conta o pai. A mãe diz que também sente falta da filha no cotidiano da casa. “Ela me ajudava muito. O coração tá apertado, muita tristeza.”

Emanuela cursava o 9º na Escola Municipal Antônio Fagundes, em Mossoró, Oeste potiguar. Depois do acidente, foi internada no dia 8 de novembro e teve a morte confirmada no dia 11. Em 2020, cursaria o 1º ano do ensino médio – ela planejava ser enfermeira.

Dona Maria Rita conta que, depois da queda, o diretor da escola levou a adolescente para a casa dela, para que buscasse os documentos e fosse ao hospital em seguida.

A mãe recorda: “Ela falou comigo, disse que estava com dor de cabeça. Quando entramos no carro para ir ao hospital, não falou mais. No hospital eu passei o dia chamando por ela”.

Seu Manoel lembra que estava no centro da cidade pagando contas quando recebeu a ligação do filho, informando que Emanuela estava internada. “Saí correndo. Cheguei lá e ela não tinha reação. Eu disse à médica ‘doutora, tenho certeza que minha filha não está mais viva'”, relata o pai.

Ele alerta: “Peço aos diretores e professores que tenham atenção com esse tipo de brincadeira. Quero alertar também a cada pai que converse com os seus filhos. O que aconteceu com minha filha pode acontecer com qualquer filho”.

Emanuele Medeiros iria concluir o 9º ano e sonhava em ser enfermeira — Foto: Reprodução/Inter TV Costa Branca
“Brincadeira quebra-crânio” ou “desafio da rasteira” pode causar lesões irreversíveis, diz SBN — Foto: Reprodução


Fonte: Portal G1

‘Não brinquem disso’, alertam pais de menina que morreu após bater a cabeça durante brincadeira em escola em 2019 no RN

‘Não brinquem disso’, alertam pais de menina que morreu após bater a cabeça durante brincadeira em escola em 2019 no RN

Três meses após a morte da filha, o pai e a mãe de Emanuele Medeiros, que tinha 16 anos, relatam saudade e tristeza.

As aulas da turma de Emanuela Medeiros começaram na última segunda-feira (17) na Escola Municipal Antônio Fagundes, em Mossoró, mas a adolescente não estava lá. Ela morreu aos 16 anos em novembro do ano passado depois de bater a cabeça no chão ao cair durante uma brincadeira na escola. Três meses após a tragédia, os pais da jovem falam da dificuldade que ainda enfrentam para tocar a vida sem a filha. “Muita saudade”, resumiram, emocionados, Manoel da Costa e Maria Rita.

A “brincadeira” que vitimou Emanuela é conhecida como “roleta humana” e viralizou em vídeos que circulavam na internet à época. Durante uma espécie de cambalhota, a adolescente caiu e bateu a cabeça no chão. Ela teve traumatismo craniano.

Na semana passada, com o início deste ano letivo, novos vídeos em que adolescentes aparecem brincando de derrubar uns aos outros no chão dentro de escolas começaram a circular nas redes sociais e a preocupar pais e mães. Especialistas ouvidos pelo G1 alertaram para os riscos.

Desta vez, a prática, que também envolve três pessoas, ficou conhecida como “desafio da rasteira” ou “desafio quebra-crânio”.

A repercussão dos vídeos fez com quem profissionais e entidades se manifestassem. A Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) emitiu uma nota alertando pais e educadores sobre o perigo de lesões irreversíveis ao crânio e à coluna vertebral.

“A vítima pode sofrer danos no desempenho cognitivo, fratura de vértebras, perder movimentos do corpo e até morrer”, diz o comunicado.

Preocupados, os pais de Emanuela fazem um apelo: “Pedimos aos adolescentes que não participem dessa brincadeira, não brinquem disso. Isso pode matar”.

Morte após ‘brincadeira’

Três meses após a morte de Emanuela, os pais da adolescente falam da saudade e do vazio. “Lembro dela a todo momento. É muita saudade”, conta o pai. A mãe diz que também sente falta da filha no cotidiano da casa. “Ela me ajudava muito. O coração tá apertado, muita tristeza.”

Emanuela cursava o 9º na Escola Municipal Antônio Fagundes, em Mossoró, Oeste potiguar. Depois do acidente, foi internada no dia 8 de novembro e teve a morte confirmada no dia 11. Em 2020, cursaria o 1º ano do ensino médio – ela planejava ser enfermeira.

Dona Maria Rita conta que, depois da queda, o diretor da escola levou a adolescente para a casa dela, para que buscasse os documentos e fosse ao hospital em seguida.

A mãe recorda: “Ela falou comigo, disse que estava com dor de cabeça. Quando entramos no carro para ir ao hospital, não falou mais. No hospital eu passei o dia chamando por ela”.

Seu Manoel lembra que estava no centro da cidade pagando contas quando recebeu a ligação do filho, informando que Emanuela estava internada. “Saí correndo. Cheguei lá e ela não tinha reação. Eu disse à médica ‘doutora, tenho certeza que minha filha não está mais viva'”, relata o pai.

Ele alerta: “Peço aos diretores e professores que tenham atenção com esse tipo de brincadeira. Quero alertar também a cada pai que converse com os seus filhos. O que aconteceu com minha filha pode acontecer com qualquer filho”.

Emanuele Medeiros iria concluir o 9º ano e sonhava em ser enfermeira — Foto: Reprodução/Inter TV Costa Branca
“Brincadeira quebra-crânio” ou “desafio da rasteira” pode causar lesões irreversíveis, diz SBN — Foto: Reprodução


Fonte: Portal G1

Passageiro fica em estado grave após carro bater em poste e veículo pegar fogo em Cambuquira

Passageiro fica em estado grave após carro bater em poste e veículo pegar fogo em Cambuquira

Segundo a Polícia Militar, o motorista do carro teria abandonado o veículo e a vítima não conseguiu sair em Cambuquira (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Um passageiro de um veículo teve queimaduras em mais de 60% do corpo depois de um acidente na manhã desta quinta-feira (6) na MG-167, em Cambuquira (MG). Segundo a Polícia Militar, o motorista do carro teria abandonado o veículo e a vítima não conseguiu sair.

Conforme a polícia, o carro seguia sentido a Campanha (MG), quando no bairro Marimbeiro, o motorista perdeu o controle em uma poça de água, bateu em um poste e pegou fogo.

Ainda de acordo com a polícia, testemunhas contaram que logo após a batida, o motorista fugiu, enquanto o passageiro ficou preso às ferragens, com o carro pegando fogo.

A vítima, de apenas 19 anos, sofreu queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau. O homem foi encaminhado para o hospital de Cambuquira por moradores. Conforme o hospital, ele está em estado grave e aguarda transferência.

Conforme a polícia, foi constatado que o motorista não tinha habilitação e que dentro do veículo, estava sendo levado um galão de gasolina.

Fonte: Portal G1 Sul de Minas