“NÃO SE PRESERVA A MEMÓRIA DE UM POVO

SEM O REGISTRO DE SUA HISTÓRIA”

Faleceu nesta sexta-feira (23), aos 80 anos, o ex-piloto e pioneiro no automobilismo brasileiro da Fórmula 1, Wilson Fittipaldi Júnior, pouco menos de dois meses após sofrer uma parada cardíaca. Fittipaldi estava internado em São Paulo, desde o dia 25 de dezembro.

Na época, o piloto foi encaminhado à unidade da Prevent Senior no Itaim, bairro da capital paulista, e reanimado no pronto-socorro do hospital. Natural de São Paulo, Wilson é irmão do também piloto Emerson Fittipaldi. O ex-F1 pilotou uma grande variedade de carros, tanto de monopostos como de turismo na década de 60, especialmente os da Fórmula Ve.

Em 1966, ele teve uma breve passagem pelo automobilismo europeu, na Fórmula 3. Uma nova tentativa foi realizada em 1970, aproveitando o sucesso que Emerson Fittipaldi vinha alcançando logo no início de sua trajetória.

Um ano depois, Wilson migrou para a Fórmula 2, quando chegou a conquistar bons resultados, como o pódio em Hockenheim e quarto lugares em Rouen e Mantorp Park. Ele chegou à F1 em 1972, como piloto da Brabham.

Pela equipe britânica foram duas temporadas, em 1972 e 1973, com o melhor resultado um quinto lugar no GP da Alemanha de 1973, realizado Nurburgring, além da terceira colocação no GP do Brasil de 1972, mas que não valia pontos para o campeonato.

Em 1974, apesar de ter participado pela Brabham do GP de Brasília, que não valia pontos para o campeonato, Wilsinho não competiu na F1. Ele retornou em 1975 como piloto do projeto Copersucar, conquistando o 10º lugar em Watkins Glen. Em três temporadas na F1, foram, ao todo, 38 GPs.

Com informações da TV Cultura

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