O ministro do Turismo, Celso Sabino, confirmou nesta sexta-feira (26) sua saída do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atendendo à determinação de seu partido, o União Brasil. A decisão já havia sido comunicada a Lula na semana passada, mas só agora foi oficializada.
Sabino era o último integrante do União Brasil a permanecer no alto escalão da gestão petista. O partido havia estabelecido um prazo de 24 horas, em 18 de setembro, para que todos os filiados deixassem cargos no governo, sob pena de infidelidade partidária.
A resolução foi assinada pelo presidente nacional do União, Antônio Rueda, que recentemente passou a ser citado em investigações da Polícia Federal sobre possível infiltração do PCC nos setores de combustíveis e financeiros. Em nota, a legenda classificou as suspeitas como “inverdades” e reafirmou apoio ao dirigente.
O ultimato também impacta outros ministros de partidos aliados. Em 2 de setembro, União Brasil e PP deram 30 dias para que seus filiados deixassem o governo, atingindo também André Fufuca (Esporte), que é do Progressistas.
Com a federação União-PP, o grupo reúne 108 deputados federais e 14 senadores, consolidando-se como a maior bancada da Câmara e a segunda maior do Senado.
Da Redação do Jornal Panorama
Com as informações da CNN
Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
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