O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, apresentou os resultados de 2025, ano que marcou expansão inédita na gestão das políticas culturais no estado. A execução orçamentária recorde, a ampliação dos mecanismos de fomento e o crescimento dos investimentos consolidaram um ciclo de fortalecimento do setor. Entre 2019 e 2025, os aportes destinados à cultura aumentaram 439%, passando de R$ 57,6 milhões para R$ 310,7 milhões.
Programas como a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o Fundo Estadual de Cultura e os Laboratórios de Fomento provenientes da Lei Aldir Blanc, Lei Paulo Gustavo e PNAB somaram mais de R$ 1,3 bilhão executado desde 2020. Apenas o FEC lançou 13 editais em 2025, movimentando R$ 22,41 milhões no ano e outros R$ 22,4 milhões relativos a editais anteriores. A liderança quilombola Rose Bispo, de Paracatu, destacou que as iniciativas ampliaram a autonomia criativa e permitiram novos registros culturais.
A Política Nacional Aldir Blanc teve protagonismo, com 13 editais e mais de R$ 140,6 milhões executados, garantindo R$ 132,7 milhões para 2026. Já a LEIC aprovou 1.030 projetos em 2025, com 547 em execução e R$ 179,49 milhões aplicados. A política de descentralização também elevou a eficiência: enquanto em 2022 a execução foi de 53,45%, em 2024 alcançou 99,99%.
A secretária Bárbara Botega afirmou que o estado consolidou um novo modelo de gestão cultural. Segundo ela, a execução plena dos recursos e a integração com políticas nacionais ampliam oportunidades e fortalecem tradições em todas as regiões de Minas Gerais.
Da Redação
Com informações da Agência Minas
Foto: Consuelo Abreu
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