“NÃO SE PRESERVA A MEMÓRIA DE UM POVO

SEM O REGISTRO DE SUA HISTÓRIA”

Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) aponta que o uso regular de cigarros eletrônicos aumenta em 1,79 vez a probabilidade de infarto. O relatório, divulgado na semana passada, revela evidências científicas que demonstraram que os cigarros eletrônicos não servem como via alternativa e menos prejudicial à saúde para dependentes de nicotina.

Na última sexta-feira (09), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) encerrou o período da consulta pública sobre a manutenção da proibição dos dispositivos eletrônicos para fumar (DFEs), popularmente conhecidos como vapes. Atualmente, quase 3 milhões de brasileiros fazem o usos regular destes produtos, embora a venda seja proibida no país desde 2009.

“Não são comprovadas por evidências científicas. Pelo contrário, estudos indicaram que jovens que fazem uso de cigarros eletrônicos têm menor propensão a cessar o tabagismo”, consta o relatório da SBC.

A pesquisa da SBC aponta que o uso de DEFs também causa impactos na incidência de aterosclerose, por conta dos vários componentes químicos presentes nos cigarros eletrônicos, como nicotina, propilenoglicol, partículas, metais pesados e aromatizantes. Essa condição pode ampliar significativamente a ocorrência de doenças como o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Com informações da GZH Saúde

Foto: Elsa Olofss