Equipes de resgate continuam as buscas por Juliana Marins, brasileira de 24 anos que desapareceu após sofrer uma queda de aproximadamente 300 metros durante uma trilha no Monte Rinjani, em Lombok, na Indonésia, na última sexta-feira, dia 20 de junho. Segundo informações divulgadas na segunda-feira, dia 23, a jovem foi avistada por socorristas a cerca de 500 metros abaixo do penhasco, mas o resgate enfrenta dificuldades devido ao terreno acidentado e às condições climáticas adversas.
Vinicius dos Santos, também brasileiro, esteve na região no final de 2023 e relatou ter cogitado escalar o mesmo vulcão, mas desistiu após constatar a precariedade da estrutura oferecida pelos operadores turísticos. De acordo com ele, não há sinalização adequada, os serviços de emergência são lentos e os guias e agências locais geralmente não possuem equipamentos básicos de segurança, como rádios, kits de primeiros socorros ou comunicação em tempo real. “É meio que por sua conta e risco”, afirmou.
O caso de Juliana chamou a atenção para a fragilidade da infraestrutura turística nas ilhas da Indonésia, incluindo Bali, Nusa Penida e Lombok. Segundo relatos de turistas, as condições enfrentadas durante passeios nessas áreas frequentemente envolvem riscos à integridade física dos visitantes, especialmente em trilhas e escaladas em áreas montanhosas.
Mariana Marins, irmã de Juliana, publicou atualizações nas redes sociais afirmando que a família permanece na expectativa de reencontrá-la com vida. Ela confirmou que a jovem foi localizada novamente pelas equipes de busca na manhã de segunda-feira, mas ainda não há informações precisas sobre seu estado de saúde. Mariana destacou que os trabalhos de resgate seguem em ritmo lento devido às condições severas da montanha.
Com informações: CNN – Brasil
Foto: Reprodução Redes Sociais
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