Nesta terça-feira (7), o conflito entre Israel e Hamas completou dois anos, marcando a data dos ataques de 7 de outubro de 2023, quando cerca de 1.200 pessoas foram mortas em Israel. Desde então, as ofensivas israelenses em Gaza resultaram em mais de 67 mil mortos, agravando a crise humanitária no território palestino. A data foi lembrada por líderes europeus, que reforçaram pedidos por um cessar-fogo e pela libertação dos reféns mantidos pelo grupo Hamas.
Negociações indiretas entre as partes foram retomadas na segunda-feira (6) em Sharm el-Sheikh, no Egito. Os temas em discussão incluem a retirada das tropas israelenses de Gaza e o possível desarmamento do Hamas.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, pediu mais ajuda humanitária e avanços para uma paz duradoura. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que a União Europeia jamais esquecerá “o horror dos ataques” e pediu que o momento seja aproveitado para implementar a solução de dois Estados.
Outros líderes, como Emmanuel Macron (França), Pedro Sánchez (Espanha) e Micheál Martin (Irlanda), reforçaram apelos por cessar-fogo e o fim da violência. O premiê da Suécia, Ulf Kristersson, destacou que os ataques do Hamas constituíram “o pior assassinato em massa de judeus desde o Holocausto”, e reiterou o compromisso com o combate ao antissemitismo. Já Kyriakos Mitsotakis (Grécia) e Luc Frieden (Luxemburgo) condenaram o terrorismo e defenderam um futuro de paz e segurança na região.
Da Redação Com informações da CNN Brasil
Foto: Freepik
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