Como essa palavra pesa!

   Quando a leio já me imagino fazendo coisas absurdas, mas será que sempre precisa ser assim?

   No último fim de semana assisti a um filme que me inspirou, no texto de  hoje, nele as mulheres se arriscam de forma brutal, para realizar uma tarefa, em um caso específico, uma delas até  ignorava que estava em uma situação de alto risco.

   E o mais interessante é que elas foram as primeiras espiãs britânicas, por considerarem que as mulheres chamavam menos atenção nesses casos.

   Uma delas foi a formadora de tal classe de trabalho e treinou os demais com as experiências que viveu durante a invasão da Alemanha.

   E fiquei me questionando, o quanto foi impactante este filme, sim, em uma época em que as mulheres só faziam serviços burocráticos, elas foram pioneiras em uma tarefa extremamente arriscada.

   E aí me pego pensando em nós, no dia a dia, quantas vezes somos ousadas, tomando decisões impactantes e nem nos damos conta.

   Nesse momento sinto orgulho de ser quem sou e de poder estar tomando a tal decisão que muitas vezes irá gerar frutos.

  E claro que não precisamos correr risco de vida para que nos consideremos mulheres ousadas.

  Basta observar quantas decisões você toma no decorrer de uma semana, de um dia, perceberá o quanto delas impactam outras tantas pessoas.

  Pensemos nos negócios, quando você decide comprar de um determinado comerciante em detrimento de outro, fez uma escolha e ela impactará na vida daquele que foi seu alvo de sua compra.

   E agora se pensarmos nas parcerias que fazemos para a realização de evento quantas pessoas se beneficiam de tal proeza?

   Vocês podem pensar que só você esta ganhando, mas não, aquele que se arrisca e comparece ao seu evento, também está, lógico que corre o risco de colocar sua imagem em algo desconhecido, mas se dentro das pessoas envolvidas estiver alguém que ele confia, o problema esta resolvido ele ou ela irá se arriscar e se expor, e todos os envolvidos ganham com isso.

    Acredito que arriscar esta mais atrelado a se jogar de cabeça em algo que acredita, lógico que quando nos jogamos alguns arranhões irão aparecer, mas convenhamos, quem nunca se machucou em uma brincadeira de criança e mesmo assim voltou a brincar?

    Simplesmente porque o risco de cair era pequeno em virtude do prazer que a brincadeira trazia.

    O filme que inspirou foi As Espiãs de Churchill, que conta a história de como as mulheres encabeçaram a espionagem britânica. Muito bom, vale a pena conferir.

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