Essa palavra, tem algo de nostálgico, de acolhedor, afinal só queremos reencontrar alguém que nos faz sentir muito bem, não é mesmo?

   Há um tempo, vi num post do instagram , se você pudesse marcar um encontro com alguém que já partiu de sua vida, para o Pai, com quem você gostaria de sentar para papear. Naquele instante me passou várias pessoas pela cabeça, das quais morro de saudade, de quando elas ainda viviam e podíamos bater longos papos.

   Mas e se essa pessoa com a qual pode haver um reencontro, ainda vive?! Você pode pensar,  aí muda tudo é só entrar em contato e pronto. Será?!  

   Tenho uma amiga super querida. Trabalhamos juntas.  Mas em um determinado tempo, me mudei de bairro, saí de onde trabalhava , ela também, e perdi o número de celular dela, até hoje não sei como isso aconteceu. Enfim, morria de saudade, até que um antigo colega de trabalho encontrou meu contato e me convidou para uma festa do pessoal que trabalhou junto. Amei a ideia, perguntei se minha amiga havia sido convidada, mas ele não soube responder. Bem, cheguei à festa, na expectativa de reencontrá-la, mas lá no fundo temia sua reação, será que ela sentia saudades também? E quando ela cruzou a porta de entrada nossos olhares já se cruzaram e pelo sorriso que ela deu, meu coração se alegrou, a nossa amizade venceu o tempo. Lógico que atualizei seu contato, hoje nos vemos com regularidade, e isso me alegrou muito.

   Mas em um reencontro sempre há o fantasma do medo de que a pessoa tenha mudado muito, que suas ideias não batem mais, etc… Mas nesse caso citado acima percebemos que continuávamos as mesmas.

   E se o reencontro for um antigo amor? Acho que aí as coisas complicam um pouco mais, por envolver um sentimento ainda mais forte, pode ter restado alguma mágoa de um lado ou outro, algum desencontro doloroso, que pode deixar algumas marcas. Gerando um comportamento que vai contra o que o coração quer, só para não se machucar mais, a pessoa prefere nem sequer pensar naquele amor quanto mais  dar mais uma chance de vive-lo.

   Por simples e puramente ter medo de ser rejeitada, de enfrentar a mágoa ou até mesmo o desinteresse do outro. Com isso passa a vida somente imaginando como teria sido se reencontrasse tal pessoa.

   E como sabem acredito em magia, e contando com essa aliada, se o reencontro tiver que acontecer ela vai dar uma forcinha, aí é só preparar o coração , se vestir de coragem e se permitir viver a grande alegria de um doce reencontro.

  O filme que me fez refletir sobre esse assunto foi A ÚLTIMA CARTA DE AMOR, Netflix, um filme cheio de emoções e um amor lindo de se ver.

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