A mulher que está em coma profundo há 21 anos, conhecida como Clarinha, não é Cecília José de Faria, que sumiu em 1976.

A Polícia e o Ministério Público, tentam há vários anos identificar quem é a mulher internada em mais de 20 anos em estado vegetativo no Hospital da Polícia Militar, em Vitória. Clarinha como é conhecida, apresenta ter 40 anos,  mas não possui nenhuma documentação e nunca foi reconhecida por algum familiar.

O material genético de Clarinha, foi enviado pelo MPES para a Polícia Civil de Minas Gerais, que mantém arquivado o perfil genético dos pais da criança desaparecida em Guarapari.

Segundo informações da Polícia Civil de Minas Gerais, o material foi processado pelo Laboratório de DNA Criminal/ES e inserida no Banco de Dados de Perfis Genéticos em novembro de 2015. Os dois estados pertencem a uma rede de bancos de perfis genéticos, o que permite confrontos a cada nova inserção.

“Assim, caso a paciente fosse filha do casal mineiro, a maternidade/paternidade dessa teria sido confirmada em novembro/2015”, complementou a Polícia Civil em nota.

De acordo com mais informações nesta quinta-feira(5), da Polícia Civil, os perfis novamente do casal de Minas Gerais e da mulher internada foram comparados e o resultado deu negativo.

Fonte: Informações Tribuna Online

Foto: Esther Radaelli/ TV Gazeta