O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, planeja comprar da Pfizer 500 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus e doá-las a 92 países integrantes do consórcio Covax Facility, da OMS, até junho de 2022.

O consórcio abrange países de média e baixa-renda, como Angola e Afeganistão. O Brasil também faz parte do consórcio, mas junto a mais 80 nações, como Argentina, Canadá e Reino Unido, ficou de fora e não receberá as doses dos imunizantes. O país não foi contemplado porque é considerado capaz de comprar suas próprias vacinas.

O anúncio da doação de vacinas – a maior já feita por qualquer país – chega depois de Biden se encontrar com presidentes das outras economias avançadas do G7 na Inglaterra.

“O objetivo da doação é salvar vidas e encerrar a pandemia, além de fornecer o fundamento de ações adicionais a serem anunciadas nos próximos dias”, informou a Casa Branca.

A farmacêutica norte-americana Pfizer e sua parceira alemã BioNTech proporcionarão 200 milhões de doses em 2021 e 300 milhões na primeira metade de 2022, que os EUA então distribuirão a 92 países de renda baixa e à União Africana.

As vacinas, que serão produzidas nas instalações norte-americanas da Pfizer, serão disponibilizadas a um preço sem margem de lucro.

Informações: Portal G1 e Agência Brasil
Foto: Reuters/ Jim Watson/ direitos reservados