Homenageamos hoje, a todos artesãos do Brasil, em especial os mineiros

Nesta sexta-feira (19), comemora-se o ‘Dia do Artesão’,  profissional que se dedica à arte de produzir peças de artesanato em cerâmica, cera, tecido, palha, madeira e couro, entre outras.

A palavra ‘Artesão’ vem do termo bíblico tekton, que significa,  pessoa que trabalha com as mãos. Porém, neste ano, a data não poderá ser muito comemorada, já que a exposição de produtos artesanais estão prejudicados devido as restrições da pandemia de covid-19.

Keli Vieira, mora em  Baependi, é artesã desde pequena e aprendeu com sua  mãe,  artesanato de palha de milho, crochê e tricô. Há cinco anos, ela trabalha somente com artesanato. Seu trabalho é a confecção  de  peças para enxoval para bebês como, guirlandas, fraldas, toalhas, capas para caderneta de vacinas, nécessaires e muito mais.

Keli Vieira, Artesã na cidade de Baependi

“Ser artesã, é criar e recriar um mundo de novidades com as próprias mãos! É um dom que aliado a cursos e a prática, faz com que possamos realizar os sonhos de nossos clientes. O Brasil é um celeiro de artesãos e nossa cidade não fica para trás! Aqui, encontramos artesanatos de diversos tipos. Sou artesã e me orgulho muito disso!” Relata a artesã Keli ao Jornal Panorama.

A artesã ainda fala como muitos artesãos estão enfrentando os desafios da profissão com a pandemia do coronavírus. “Com a Pandemia do Covid19, muitos pequenos artesãos ficaram prejudicados com a falta de matéria prima e o cancelamento de feiras de artesanato. Por outro lado, abriu-se a oportunidade de vendas on-line pelo Facebook e Instagram, assim nosso artesanato roda o mundo todo e cada cliente leva um pedacinho do nosso carinho em cada peça”, explicou a artesã, Keli, que revela como os artesãos se reinventaram nesse momento de crise econômica que atinge a todos os setores do país devido a pandemia.

Fotos: Keli Vieira/artesã