Por Graziela Ricardo Matoso*

O dia 29 de outubro celebrou o Dia Mundial de Prevenção ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), que pode trazer diversas consequências e levar a óbito. Por isso é importante falarmos sobre o assunto que pode ajudar do diagnóstico.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), uma a cada quatro pessoas poderá ter um AVC. No Brasil, a cada cinco minutos uma vai à óbito, sendo uma das maiores causas de mortalidade no Brasil, de acordo com o Ministério da saúde.  

O AVC ocorre quando há um entupimento ou o rompimento de vasos que levam sangue até ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. A dois tipos de AVC, o isquêmico quando ocorre o entupimento dos vasos que levam sangue e o hemorrágico, quando ocorre o rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro.

O Derrame como também é conhecido, apresenta sintomas e alguns desses sintomas podem ser dores de cabeça, desequilíbrio, náuseas, vômitos, Assimetria facial, Dificuldade na fala e na Movimentação da língua, formigamento e perda de sensibilidade em um dos lados do corpo.

Seja qual for o tipo do acidente, os danos podem variar, os de menor intensidade quase não deixam sequelas, já os mais graves podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições de sair da cama ou sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, epilepsia, depressão e outras complicações.

O tratamento pode depender de cada pessoa e também da gravidade do quadro. As formas de reabilitação são várias como, recursos terapêuticos que auxilia na restauração das funções afetadas, sempre feitas por profissionais da saúde como fisioterapeutas, médicos, psicólogos e fonoaudiólogos. Algumas pessoas precisam de medicamentos devido as sequelas.

Muitos fatores contribuem para o seu aparecimento e alguns não podem ser modificados, como a idade, constituição genética e o sexo. Porém alguns podem ser diagnosticados e cuidados, como por exemplo hipertensão arterial, diabetes, doenças cardíacas, enxaqueca, uso de anticoncepcionais hormonais incorretos, ingestão de bebidas alcoólicas, fumo, sedentarismo e a obesidade.

*Estagiária sob supervisão da jornalista Priscila Aparecida Silva