A primeira morte ocorreu no dia 17.03 em SP e, hoje, 12 de abril, estamos no vigésimo-sétimo dia a partir da primeira ocorrência e no décimo-sexto dia a partir da centésima ocorrência (28.03). 

Na primeira coluna o número sequencial de dias desde a primeira ocorrência,  na segunda a data da ocorrência, na terceira o número acumulado de óbitos até a data e na quarta coluna o número de óbitos acrescidos em relação ao dia anterior (arredondado-se para cima nos casos de dois dias).

03 – 19.3.20 –  0007 – 006

04 – 20.3.20 –  0011 – 005

05 – 21.3.20 –  0018 – 013

07 – 23.3.20 –  0034 – 011

09 – 25.3.20 –  0059 – 013

11-  27.3.20 –  0093 – 017

13 – 29.3.20 –  0139 – 023

15 – 31.3.20 –  0202 – 032

17 – 02.4.20 –  0327 – 063

19 – 04.4.20 –  0445 – 059

20 – 05.4.20 –  0486 – 041

21 – 06.4.20 –  0553 – 067

22 – 07.4.20 – 0667 – 114

23 – 08.4.20 – 0800 – 133

24 – 09.4.20 – 0941 – 141

25 – 10.4.20 – 1056 – 115

26 – 11.4.20 – 1124 – 068

27 – 12.4.20 – 1223 – 099

Do total de óbitos registrados até esta data (1.223), 758 ocorreram em SP (560+28) e Rio (155+15), representando 61,98 % em todo o país. Carnaval e maior densidade populacional talvez expliquem em parte. Seguem PE (72+13), CE (67+7), AM (53+9), PR (26+4), SC (21+3), MA (21+3), MG (17+3), RS (15+1), RN (13+2), GO (14) e DF (14+0). O segundo número indica os óbitos de ontem para hoje, mostrando que o DF não teve novos registros  e que Tocantins continua firme, sendo o único estado sem ocorrência. 

Uma questão a ser levantada é também se todos estes óbitos realmente foram provocados pelo coronavírus, já que há várias notícias de falseamento de atestados de óbitos e inclusive governador decretando, com publicação no Diário Oficial de São Paulo, de que todos os atestados devam definir o vírus como vilão.

Para mim, cabe também registrar, que a letalidade de 5,5 % me parece equivocada, já que o número de infectados desconhecidos, que deve ser enorme, não é computado no cálculo. Comparando-se com os números de muitas outras doenças, eu diria que esta projeção, até o momento, não me parece condizer com a histeria de vários governadores e nem com os apocalíticos números que a imprensa e organismos nacionais e internacionais projetam. E de positivo, que nos últimos seis dias está mantendo valores quase que estáveis.

 Otimismo e esperança me animam e são os meus instrumentos de fé!

 Que Deus nos proteja! 

Por: Silvério Valadares